“O que é Sagrado e o que é Profano?
Porque pessoas e culturas se identificam com o sagrado, têm que renegar o profano?
Porque pessoas ou culturas são profanas, precisam rejeitar o sagrado?”
“E onde começa um e termina o outro, já que todos nós somos sagrados e profanos?”
Elke Maravilha
O espetáculo musical “Elke – do Sagrado ao Profano” tem como proposta refletir sobre as fronteiras que separam/unem o sagrado e o profano, e também, sobre a possibilidade da multicultural alma brasileira ter como missão ensinar ao mundo as possibilidades da convivência e cooperação criativa entre as diversas culturas, raças e credos.
A Estrela deste espetáculo é Elke Maravilha, precursora de um estilo inovador, ousado e único. Durante toda sua carreira vem abrindo, de forma plural, as possibilidades de caminho estético e comportamental por onde passa e aparece. Possuidora de uma personalidade artística cujo carisma provoca forte impacto popular, tanto na imagem como na mensagem de alegria, inteligência e irreverência, revela seus múltiplos internos mesclando exotismo, misticismo, alegria, loucura e profundo conhecimento do humano. Sua vibração contagiante a faz mensageira de utopias e portadora de esperanças. Ela é uma obra de arte em constante metamorfose
No espetáculo ele interpreta canções e textos numa coreografia cênica inspirada na dança do sacro e profano. Nele, acompanhada por percussão, bateria, violões, guitarra, bandolim e contrabaixo, Elke interpreta canções em cinco idiomas, que vão de compositores como Villa Lobos, Atahualpa Yupanqui a Falcão; e textos de Drummond, Kaváfis, São João Evangelista, entre outros; além de algumas histórias de sua vida e andanças. Neste passeio o espetáculo busca levar à platéia um olhar sobre o viver humano, onde o sagrado e o profano, alimentados pela soma das diferenças, de mãos dadas, constroem e celebram a diversidade, o amor, a alegria, a reflexão e a inteligência.
Acreditamos que todos somos um e cada um de nós contém em si, potencialmente o outro, tudo é da natureza e quem somos nós para dizer a ela qual é a ordem perfeita, o que está certo ou errado, o que é bem ou mal, o que é luz ou sombra, o que é sagrado ou profano.
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